
segunda-feira, 24 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
MEMÓRIAL DO BRASIL - AÇÃO COLETIVA
50 ANOS DE BRASÍLIA
DA PRÉ-HISTÓRIA AOS DIAS ATUAIS
Dias: 19 e 20 de Abril
Local: Memorial das Idades do Brasil
Horário: 8:30 as 11:30h e 14:00 as 17:00h
PROGRAMAÇÃO - MEMORIAL DAS IDADES DO BRASIL
Matutino- 8:15h Saída da Escola
8:45 as 9:00h Orientação
9:00 as 9:45h Pesquisa de Campo
9:45 as 10:00h Lanche
10:00 as 11:45h Apresentação e Plenária
Vespertino- 13:30h Saída da Escola
14:00 as 14:15h Orientação
14:15 as 15:00h Pesquisa de Campo
15:00 as 15:15h Lanche
15:15 as 17:00h Apresentação e Plenária
Conteúdo
1. As Capitais do Brasil e as ideias de interiorização (Robson - Vânia);
- Salvador (1549/1763)
- Rio de Janeiro (1763/1960)
- Brasília – 1960
1.1 Ideias de interiorização: Marque de Pombal, Tiradentes, Visconde de Porto Seguro;
Turma: 302
Missão Cruls (Robson -Vânia)
- A constituição de 1981;
- Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central (1892);
- A Pedra Fundamental (1922) e o relatório Belcher (1947);
Turma: 304
A Inauguração de Brasília (Robson - Vânia)
- Juscelino Kubstchek, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro
- Os candangos
Turma 305
A Ditadura Militar (Robson - Vânia)
- O Movimento Estudantil (UNE)
- AI-5
- Redemocratização
Turma 303
Manifestações Culturais ( Rafaela)
- Dialeto, poesia e o rock da capital
- Festas religiosas (Divino, Via Sacra ...
Turma 301
Paranoá – aspectos gerais (Leila)
- A História
- Aspectos Gerais
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.
Movimentos Sociais (Jussara)
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.
7. Arquitetura e Fotografia (Vânia)
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.
8. Interferências no Meio Ambiente (Jacinta
Turma: 1ºs Mat6utino
10 Poluição do Lago ParanoáQuímica: Leuza
Turma: 1ºs
11. Mercado de Trabalho em Brasília – Taísa
dos Candangos ao trabalhadores atuais
Turma: 1ºs
12. Eco-turismo: Heloisa Rovo
Turma: 1ºs
Eis algumas fotografias deste produtivo evento que visou refletir a história de Brasília, na ocasião da comemoração de seus 50 anos.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
LUZ, CÂMERA, AÇÃO
A equipe de direção, fotografia e filmagem parece já está formada, os participantes desta oficina se colocaram a postos nas funções que escolheram para aprofundar dentro do projeto da videonovela. O oficineiro FF introduziu o tema apresentando as funções dentro de uma equipe de filmagem, os equipamentos e a própria atividade da filmagem. Explicou o que é direção, cinegrafia e fotografia de vídeo, continuidade e captação de audio. Prestigiem o relato detalhado do camarada FF e algumas fotografias também.
Compareceram inicialmente 5 alunos: 3 minas ficaram com Direção, Cinegrafia e Fotografia; uma mina ficou com Continuidade e um broder pegou a Captação de áudio (os nomes vou decorar com o tempo), não rolou nenhuma teoria. Eles já pegaram nos equipamentos e saímos filmando no intervalo da escola. Entrevistando alunos e professores sobre a novela. Depois assistimos e comentamos as imagens. Eles mesmos perceberam vários detalhes sobre a gravação e conversamos sobre teoria sem que eles notassem. Melhor: Eles falaram sobre noções básicas de luz e enquadramento. Depois gravamos uma cena de ficção com 3 planos (um rapaz entra numa sala e vai usar a internet para enviar um mail, mas a net é lenta e ele reclama). Eles perceberam como é complicado fazer um filme, se cada cena simples como esta era repetida 3 vezes para pegar planos diferentes. Aberto, fechado e detalhe.
Na 2ª aula passei um vídeo de 22 min. com uma aula de direção. Pausava a aula e explicava/traduzia para nossa realidade do ponto. Editei as entrevistas e a cena da aula anterior e comentamos após a aula de direção.
Bônus: o rapaz que atuou na cena entrou na oficina. :)
Noções de luz e enquadramento foram abordadas. Falamos também da captação de áudio na cena de ficção que ficou com ruídos. A continuísta fotografou muita coisa e falamos sobre noções de continuidade. Saímos para filmar mais entrevistas. Fizemos três. Já melhoraram os enquadramentos e a luz, sem falar na captação de áudio q tá muito profissa. O Maicon (lembrei) tá mandando muito. Assistimos e comentamos a produção do dia e vazamos. Na terceira aula levei uma lata de película e vários pedaços de filmes com alguns frames que davam até pra reconhecer umas atrizes de novela (Dira Paz e filha de Chico Buarque). Comentei sobre equipamentos de película, câmeras digitais, custos de filmes atualmente e bem de leve sobre transfer. Wellington (o oficineiro da oficina de teatro) preparou um improviso com seus alunos no pátio da escola e nós fizemos três planos da cena. Foi muito bom!
Para os próximos encontros planejamos trazer os participantes da oficina de teatro para a escola e já filmarmos uma cena do roteiro.
INTERVENÇÃO DF AGORA!!!!
http://www.tvtatica2.blogspot.com/
twitter: @tvtatica
MOVIMENTO E DIVERSIDADE = PONTO DE CULTURA
Teatrando na escola!!!

Confira essa turma e os primeiros registros desta experiência aqui.

sexta-feira, 26 de março de 2010
Primeira semana da oficina de Direção de Arte.
A oficina de DIREÇÃO DE ARTE, começou com 3 alunos, Emanuel, Nani e Diórgenes. O número de participantes é tímido mas no relato da designer Carmen Santiágo, oficineira responsável por esta turma, o trabalho está muito divertido e os resultados promentem ser os melhores: falamos sobre a impotancia de fazer um storyboard, enquadramentos continuidade de cena, alguns exemplos de storyboard pra cinema, documentario, novela e depois eles comecaram um story board de uma historia que eles criaram sobre o valor da musica em Brasília, completa.
Criatividade e disposição é o que já podemos ver nas primeiras fotografias das oficinas do projeto de letramento audiovisual: Videonovela no Cem.
Confira!!!

quinta-feira, 18 de março de 2010
Oficina de Roteiro - A nascente.
A primeira etapa da oficina de roteiro foi vencida. O coletivo conta com quatro participantes desde o primeiro encontro, Luciana, Jéssica, Wilson e Danilson, um participante recente, Tiago e alguns contribuintes que enriqueceram a discussão durante essas três semanas de sensibilização crítica. Trabalhamos diversas concepções que são fundamentais para a construção de nosso roteiro, a saber: ponto de vista, relação entre sujeito e objeto, relato e narração, imaginário, gêneros literários e narrativos, a telenovela enquanto mediadora da realidade e ditadora das modas, representações sociais... tudo isso a partir da reflexão mestre, que é o situamento dos participantes, ou seja, onde e como se encontram, o contexto da produção da videonovela. A segunda etapa da oficina, a construção do roteiro propriamente, foi antecedida por alguns exercícios de aquecimento: a construção dos diálogos de uma história em quadrinhos do Calvin, a descrição física, social e psicológica de um personagem de uma telenovela, a confecção de uma pequena narrativa, que apresentasse seus elementos essenciais, personagem, enredo, ambiente, tempo, narrador (ponto de vista). Elencamos e discutimos possíveis personagens para a videonovela, presentes no cotidiano da escola.
Bem no início da oficina nos deparamos com o bicho-papão do Ponto de Cultura MOS: a dificuldade de mobilização dos alunos do CEM 1 do Paranoá. Contudo, estou eufórica diante da qualidade dos participantes. Figurinhas reflexivas e PARTICIPANTES! Demonstraram desembaraço e criatividade na escrita, elementos fundamentais para o tecer de nosso roteiro!
Por Lorena Carmo
quarta-feira, 17 de março de 2010
PROGRAMA OFICINA E LABOTATÓRIO DE ROTEIRO
O que é fazer o roteiro de uma videonovela? É com essa indagação que propomos a oficina, intervindo de maneira dialógica na realidade da comunidade escolar do CEM 01 do Paranoá. Estimular a criatividade e a imaginação dos participantes da oficina é o ponto motor do tatear sobre esse gênero novo e o foco de nossa proposta é a construção conjunta de reflexões sobre a nossa sociedade que tem como uma de suas referências principais a televisão e a telenovela. A partir de dinâmicas, da exibição de filmes e de tipos de novelas, construiremos o roteiro de cinco capítulos da videonovela, que serão produzidos e editados pelas demais oficinas.
Sensibilização Crítica
23/03
· Significação: Como acontece a relação entre sujeito e objeto;
· Relato e narração. A ordenação da narração.
- Filme: A ficção e o pé de feijão.
- Filme: Lavrador de Paulo Rufino.
25/03
· O imaginário;
· A narrativa audiovisual: o movimento enquanto índice de “maior realidade”, em contraposição à característica estática da fotografia (imagem parada), que a torna “menos real”.
- Filme: Manipulação de Massa de Guilherme Reis.
30/03
1. Gêneros Literários: épico, lírico e dramático (dramaturgia);
2. Gêneros Narrativos: novela, conto, crônica e romance (Elementos estruturais e estilísticos: Quem? Como? Quando? Onde? Por quê?);
3. Tipos de Novela: novela literária, folhetim, rádio novela, telenovela, videonovela.
01/04
A construção das representações/ estereótipos.
· Breve histórico da telenovela no Brasil. As maneiras de fazer telenovela (produção e estética).
06/04
· A telenovela enquanto mediadora da realidade (sociedade de consumo)
· A telenovela enquanto ditadora de modas (questão das massas)
- Filme: Muito Além do Cidadão Kane – BBC
- Filme: * de arte, mais popular
· Videonovela: Conexão entre roteiro – produção – distribuição
1. O quê as telenovelas mostram e o quê podemos e queremos mostrar?
2. De onde falamos e qual estrutura temos para realizar?
3. Para quem e quais os meios temos para exibir?
08/04
· Estrutura narrativa: início, meio e fim de uma narração estruturada.
· Tempo do narrado/ tempo da narração;
· Composição/ totalidade. Significado de cada parte para compor a totalidade;
· Temas da videonovela (History Line).
Filmografia:
- Filme: A Chuva, de Joris Ivens
13/04
· Principal, coadjuvante e figurantes (trabalhar partes/ totalidade);
· Características;
· Complexidade;
· Foco narrativo;
· Sinopse dos 5 capítulos.
15/04
· Curva dramática (passagens de um núcleo para outro);
· Narração (transpõe tempo no espaço)/ descrição (transpõe espaço no tempo)
· Descrição: cenário, tempo, externa, interna;
· Diálogo.
20/04
22/04
27/04
OSTROWER. Fayga. Acasos e criações artísticas. 2º Ed. Campus Elsevier. RJ, 1990.
ALMEIDA. Heloísa Buarque de. A ficção como vitrine: a novela na promoção do consumo. Novos Estudos Cebrap, n. 66, 2003.
MIRA. Maria Celeste. O masculino e o feminino nas narrativas da cultura de massas ou o deslocamento do olhar. Cadernos Pagu. Campinas, n. 21, 2003.
JUNIOR, João Francisco Duarte. “A edificação da realidade”. In: O que é a realidade. 3º Edição. Ed. Brasiliense. Coleção “Primeiros passos” 1994.
METZ, Christian. A respeito da impressão de realidade no cinema. A significação no cinema. Perspectiva, São Paulo, 1977.
WALTY, Ivete Iara Camargos. O que é ficção. 3º Edição. Ed. Brasiliense. Coleção “Primeiros passos” 1994.
SÍTIOS ELETRÔNICOS CONSULTADOS:
Gênero narrativo in http://www.portalimpacto.com.br/, acesso em 05 de março de 2010.
Wikipédia, acesso em 05 de março de 2010.
terça-feira, 2 de março de 2010
PROGRAMA OFICINA DE ATORES
- Multiplicar o conhecimento sobre interpretação para teatro e telenovela na escola;
- Desenvolvimento do senso crítico;
- Desenvolvimento da imaginação criativa;
- Experimentação de diversas linguagens artísticas;
- Habilidade para compreender o ponto de vista do outro;
- Desenvolvimento da sociabilidade;
- Desenvolvimento da cidadania;
- Desenvolvimento da expressão verbal.
PROGRAMA OFICINA DE DIREÇÃO, FOTOGRAFIA, CAPTAÇÃO DE AUDIO E CONTINUIDADE
EMENTA
Cinegrafia e direção serão trabalhadas juntas devido a facilidade de juntar as duas funções e acelerar o processo de filmagem/gravação da novela. Noções de enquadramento, fotografia e direção serão apresentadas e adaptadas com os alunos.
Apesar da distribuição das aulas, todas serão sempre adaptadas ao roteiro da novela e necessidades que possam surgir durante o curso.
23/03 – Introdução a cada tópico/explicando cada um para os alunos
· A câmera e noções básicas: quadros parados, movimentos no tripé e câmera na mão. Novelas que fazem referência: Seriados e novelas. Alguma prática em sala e o que os alunos já sabem.
· captação de áudio: Retorno do áudio via fones e colocação do microfone conforme o tipo de filmagem. Ref.: Doc. sobre captação e sonoplastia, curta. Prática em sala.
· Continuidade: Noções e erros em filmes. como evitá-los. claquete
25/03 – filmando, dirigindo, captando e continuando
· Noções de enquadramento e luz. Dirigindo uma cena. prática.
· captando áudio e escondendo o microfone nos enquadramentos.
· Continuidade: recursos e prática
30/03 – filmando, dirigindo, captando e continuando 2
Movimentos de câmera; onde começa e acaba um plano; regulando a luz; dirigindo atores; prática; a interação da equipe de captação com o cinegrafista; Prática continuidade; planos que funcionaram e detalhes que podem ser aproveitados na edição.
01/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 3
Plano seqüência e ensaio; luz no automático e no manual; direção e áudio revendo problemas com a cena.
Problemas com captação de áudio numa seqüência longa e em movimento.
Noções de luz, rebatedores e sombras; dirigindo movimento dos personagens para melhor captação; captando com lapela nos personagens; continuidade de roupas; cenários e luz.
08/04–
13/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 5
· improviso nas filmagens: aproveitando o plano errado. dirigindo durante a cena/ falando com os personagens. cenas sem captação de áudio.
· boom
· continuando a partir do erro/acelerando as filmagens
15/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 5
Cenas complexas: efeito matrix; câmera nervosa e correndo; ponto de vista dos personagens; dirigindo com captação de áudio e dirigindo sem cortar; captando áudio distante; continuidade em dois pontos distantes.
20/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 6.
Picotando e detalhando a cena. fazendo um clip.
Sonoplastia e trilha.
Anotando e informando sonoplastia.
22/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 7
Preparando cenas para a videonovela; idéias que fogem ao roteiro.
27/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 8
preparando cenas para a videonovela.
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INTERVENÇÃO DF AGORA!!!!
PROGRAMA DIREÇÃO DE ARTE, OFICINA E LABORATÓRIO
É pela observação que o diretor de arte consegue encontrar imagens inusitadas.
Objetivo
Programa
Filmes de referência:
Entre os muros da escola – Entre les murs – Laurent
A realização
A relação no “set”, entre direção, direção de arte e direção de fotografia;
A direção de arte e a montagem.
PROGRAMA OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO
A partir das experiências pessoais de cada participante e da vivência conjunta ao longo da oficina, trocaremos nossos saberes e práticas sobre informática, informação, contação de estórias, computadores, televisão, sistemas operacionais, jornalismo, cinema, saber colaborativo, programas de computadores, educação, mercado de trabalho, literatura, trabalho em equipe, receitas culinárias, política e manipulação das informações pela grande mídia, perspectivas de vida, ativismo social e midiático. A meta é que ao final do semestre, o grupo esteja apto, técnica e artisticamente a editar o material produzido pelas demais oficinas, além de colaborar ativamente, com o viés da edição e finalização da novela também no planejamento do roteiro, na produção e gravação.
Ao longo dos primeiros quatro encontros, descobriremos o que cada um sabe sobre o computador como ferramenta criativa de trabalho na produção audiovisual e sobre a produção audiovisual sem o computador. Experimentaremos instalar e reinstalar diferentes sistemas livres, destrinchando-os, e falaremos sobre os programas livres e proprietários. Dentre os curtas a serem analisado estão:
Nos quatro encontros seguintes, proporemos a discussão sobre os processos de montagem no cinema e na televisão, exercitando nos programas de edição todos as etapas do processo técnico da finalização profissional de vídeo para TV, internet e DVD. Serão disponibilizados os materiais já gravados na escola pelos alunos desde a fundação do ponto, e/ou novas produções rápidas que o grupo sentir necessidade para realização dos exercícios.
Para debate, crítica e descontrução dos truques usados pela indústria cultural, serão analisados os métodos de montagem e, como exercício, remontados trechos de filmes como Cidade de Deus de Fernando Meireles, Quanto vale ou é por quilo, de Sérgio Bianchi, e algumas publicidades, video-clips e trechos de novelas que os participantes tragam para estudo.
destruir a criação do roteiro, a interpretação dos atores, a direção de arte e de câmera de uma produção colaborativa.

























