sexta-feira, 25 de junho de 2010

O primeiro capítulo da novela: produção a todo vapor!!!

Olá queridos,

hoje foi um dia muito especial, realizamos a última etapa da nossa vídeo novela, faltam alguns detalhes. Mas me senti muito feliz com o resultado de hoje. A turma bem afinada, a equipe super envolvida e quero agradecer muito o convite do Willian quando me convidou para fazer este trabalho. Foi uma das coisas mais lindas que fiz este ano e foi com muito prazer que atuei como a professora de biologia, foi super divertido e espero ter colaborado para que o nosso projeto seja um sucesso. Beijosssss

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Carmen San Thiago - 01 julho






























Enquanto isso, na oficina de roteiro, o segundo capítulo já está indo pro forno...



















Em breve, mais fotografias!! Acompanhe o blog.












RELATOS DA OFICINA DE ROTEIRO

Chegamos enfim à escrita do roteiro! Após a etapa de sensibilização crítica, adentramos ao universo do roteiro técnico propriamente. Começamos a tarefa escrevendo a linha da história do capítulo 1 e logo após nos debruçamos no desenvolvimento das cenas. Nos deparamos com a dificuldade dos participantes em escrever em casa e isto deu mais lentidão ao processo, além das faltas alternadas dos mesmos. Eles também apresentam dificuldade na escrita, o que não é assustador, já que sabemos que a lógica do ensino no Brasil ainda funda-se no V ou F. Mas estamos superando esta realidade aos poucos, através do trabalho coletivo nos encontros.

Agora estamos trabalhando com mais afinco a noção partes/ todo do roteiro, já que sentimos uma maior dificuldade dos participantes nesse sentido e estamos lapidando o pré-roteiro de forma que tenhamos uma noção de início, meio e fim do capítulo, noção que norteará a confecção dos demais capítulos. No primeiro momento tentamos começar a escrita do roteiro pela noção de todo, mas logo mudamos estratégia, já que obtivemos mais resultados pela criação livre de cenas a partir de temas que elencamos tendo como fonte motriz a realidade escolar e as discussões da fase de sensibilização crítica.

Nesse sentido, um dos nossos desafios é fazer com que todas/os tenham noção geral de todas as partes da história e suas transições. Esta noção facilitaria dividir o trabalho de escrever cada cena. Como acreditamos no conceito de que os oficinandos devem ter propriedade sobre a criação, e como são um tanto quanto dispersos ao abordar o universo criativo, por vezes perdendo o foco do objetivo que é o de se fazer um roteiro para videonovela, esta apropriação também é lenta e atrasa os resultados.

Assistimos o filme Fale com Ela do Almodóvar para suscitar a discussão sobre o título da videonovela, para trabalhar a noção de metáfora e ainda engrossar o caldo da discussão sobre a complexidade dos personagens, já que a concepção maniqueísta sobre os mesmos ainda é forte. No filme, um dos protagonistas (o fisioterapeuta) é tido como psicopata pois violenta sexualmente sua paciente em coma e a engravida. Eu (Lorena) achei interessante como ficaram revoltados - a Luciana chegou a chorar - pelo fim deste (prisão e suicídio). Esse exercício foi importante para que percebessem que a complexidade dos personagens envolve a presença de contradições. A Luciana ficou tão envolvida com a mágica do Almodóvar que só se convenceu que o fisioterapeuta era um psicopata quando eu pedi que ela se colocasse no lugar da menina em coma.

Diante do nosso cronograma e do calendário, passaremos a fechar o primeiro capítulo com suas transições e, juntamente com o desenvolvimento das sistuações já criadas, desenvolver outras novas. A construção das transições serão precedidas pela exibição de algumas cenas de O Sangue de Poeta do Jean Cocteau, filme de realidade fantástica que nos possibilita uma referência sobre o uso poético dos espelhos.

Oficineiros: Lorena Carmo e Eládio Teles

Quando se junta Teatro, Fotografia e Direção...

Em Audiovisual,
Olha no que dá!



















Direção de Arte!!!

Relatos da Oficina de Edição


Desde o princípio estamos trabalhando com um número reduzido de participantes fixos. Os diálogos e os assuntos sempre foram abordados de forma transversal, pois compreendemos que para falarmos da edição de vídeo, temos que compreender diversos universos de saberes técnicos e humanos.

Paralelamente, trabalhamos com as idéias de construções narrativas e exemplos de como ouvimos, compomos e contamos as estórias em nosso cotidiano e de como necessitaríamos nos conscientizar disso para o momento da edição. De como o cinema comercial, a televisão trabalha isso para criar um ritmo de edição que não estimula a reflexão sobre os fatos narrados e nos põe passivamente em frente à televisão. E das dificuldades de passarmos de espectadores passivos a analistas da programação que nos é oferecida.

Como todo o processo de edição é feito em computadores, e é base do nosso processo de troca de saberes estimular o domínio das ferramentas de trabalho, os participantes estão tomando contato com os princípios de funcionamento das máquinas e dos sistemas que executam seus programas. Coerentes com essa filosofia, adotamos exclusivamente o uso de sistemas e programas livres (GNU/Linux), o que confronta hábitos e idéias sobre o computador que os participantes tinham. A aceitação ao convite de 'sair da zona de conforto' e 'abrir o capô e conhecer o motor e tambám a estória de sua evolução' é boa, o que não significa que não haja dificuldades, especialmente devido à falta de possibilidade de pesquisas e estudos em grupo a partir de pesquisas de internet motivadas pelas dificuldades surgidas em sala.

Sobre o processo de edição, operação do programa, os participantes já tem boa noção e estão se apropriando tanto da manipulação como dos conceitos técnicos dos diferentes saberes envolvidos no processo (formatos de vídeo, resolução, compressão, velocidade) e também estéticos (ritmo de montagem, composição, análise e correção de fotografia (cor, contraste, luminosidade, texturas,...)

Como dificuldade imprevista, temos a lentidão do processo de conversão do formato de vídeo em alta definição (AVCHD) para o sistema de edição livre escolhido. Estamos trabalhando para compreendermos e encontrarmos um fluxo de trabalho com a melhor relação de qualidade/agilidade.

Abraços!
Angel



segunda-feira, 24 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

MEMÓRIAL DO BRASIL - AÇÃO COLETIVA

Centro de Ensino Médio 01 Paranoá
PROJETO DO EVENTO - ELABORADO POR PROFESSOR ROBSON (HISTÓRIA) E PELA EQUIPE DE PROFESSORES DA COMISSÃO DESTE.



50 ANOS DE BRASÍLIA
DA PRÉ-HISTÓRIA AOS DIAS ATUAIS


Dias: 19 e 20 de Abril
Local: Memorial das Idades do Brasil
Horário: 8:30 as 11:30h e 14:00 as 17:00h


PROGRAMAÇÃO - MEMORIAL DAS IDADES DO BRASIL


Matutino- 8:15h Saída da Escola
8:45 as 9:00h Orientação
9:00 as 9:45h Pesquisa de Campo
9:45 as 10:00h Lanche
10:00 as 11:45h Apresentação e Plenária

Vespertino- 13:30h Saída da Escola
14:00 as 14:15h Orientação
14:15 as 15:00h Pesquisa de Campo
15:00 as 15:15h Lanche
15:15 as 17:00h Apresentação e Plenária

Conteúdo

1. As Capitais do Brasil e as ideias de interiorização (Robson - Vânia);
- Salvador (1549/1763)
- Rio de Janeiro (1763/1960)
- Brasília – 1960
1.1 Ideias de interiorização: Marque de Pombal, Tiradentes, Visconde de Porto Seguro;
Turma: 302

Missão Cruls (Robson -Vânia)
- A constituição de 1981;

- Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central (1892);
- A Pedra Fundamental (1922) e o relatório Belcher (1947);
Turma: 304

A Inauguração de Brasília (Robson - Vânia)
- Juscelino Kubstchek, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro
- Os candangos
Turma 305

A Ditadura Militar (Robson - Vânia)
- O Movimento Estudantil (UNE)
- AI-5
- Redemocratização
Turma 303

Manifestações Culturais ( Rafaela)
- Dialeto, poesia e o rock da capital
- Festas religiosas (Divino, Via Sacra ...
Turma 301

Paranoá – aspectos gerais (Leila)
- A História
- Aspectos Gerais
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.

Movimentos Sociais (Jussara)
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.

7. Arquitetura e Fotografia (Vânia)
Turma: 1ºs e 3ºs Vesp.

8. Interferências no Meio Ambiente (Jacinta
Turma: 1ºs Mat6utino

10 Poluição do Lago ParanoáQuímica: Leuza
Turma: 1ºs


11. Mercado de Trabalho em Brasília – Taísa
dos Candangos ao trabalhadores atuais
Turma: 1ºs

12. Eco-turismo: Heloisa Rovo
Turma: 1ºs
A PARTICIPAÇÃO DO PONTO DE CULTURA:
- Montagem de barraca expositiva:
- Com rodas de conversa para professores e oficineiros;
- Com exibição de filme;
- Com exposição de fotografias das oficinas;
- Com exposição de cartazes e folders da TEIA 2010 (saiba mais: ttp://culturadigital.br/teia2010/);
- Equipe de filmagem fazendo a cobertura completa da programação - Oficina de fotografia liderada pelo oficineiro Filipe, o FF;
- Participação da Oficina de Direção de arte com a produção de elementos decorativos da barraca do ponto;

Eis algumas fotografias deste produtivo evento que visou refletir a história de Brasília, na ocasião da comemoração de seus 50 anos.


























quinta-feira, 8 de abril de 2010

LUZ, CÂMERA, AÇÃO

A equipe de direção, fotografia e filmagem parece já está formada, os participantes desta oficina se colocaram a postos nas funções que escolheram para aprofundar dentro do projeto da videonovela. O oficineiro FF introduziu o tema apresentando as funções dentro de uma equipe de filmagem, os equipamentos e a própria atividade da filmagem. Explicou o que é direção, cinegrafia e fotografia de vídeo, continuidade e captação de audio. Prestigiem o relato detalhado do camarada FF e algumas fotografias também.

Compareceram inicialmente 5 alunos: 3 minas ficaram com Direção, Cinegrafia e Fotografia; uma mina ficou com Continuidade e um broder pegou a Captação de áudio (os nomes vou decorar com o tempo), não rolou nenhuma teoria. Eles já pegaram nos equipamentos e saímos filmando no intervalo da escola. Entrevistando alunos e professores sobre a novela. Depois assistimos e comentamos as imagens. Eles mesmos perceberam vários detalhes sobre a gravação e conversamos sobre teoria sem que eles notassem. Melhor: Eles falaram sobre noções básicas de luz e enquadramento. Depois gravamos uma cena de ficção com 3 planos (um rapaz entra numa sala e vai usar a internet para enviar um mail, mas a net é lenta e ele reclama). Eles perceberam como é complicado fazer um filme, se cada cena simples como esta era repetida 3 vezes para pegar planos diferentes. Aberto, fechado e detalhe.

Na 2ª aula passei um vídeo de 22 min. com uma aula de direção. Pausava a aula e explicava/traduzia para nossa realidade do ponto. Editei as entrevistas e a cena da aula anterior e comentamos após a aula de direção.

Bônus: o rapaz que atuou na cena entrou na oficina. :)

Noções de luz e enquadramento foram abordadas. Falamos também da captação de áudio na cena de ficção que ficou com ruídos. A continuísta fotografou muita coisa e falamos sobre noções de continuidade. Saímos para filmar mais entrevistas. Fizemos três. Já melhoraram os enquadramentos e a luz, sem falar na captação de áudio q tá muito profissa. O Maicon (lembrei) tá mandando muito. Assistimos e comentamos a produção do dia e vazamos. Na terceira aula levei uma lata de película e vários pedaços de filmes com alguns frames que davam até pra reconhecer umas atrizes de novela (Dira Paz e filha de Chico Buarque). Comentei sobre equipamentos de película, câmeras digitais, custos de filmes atualmente e bem de leve sobre transfer. Wellington (o oficineiro da oficina de teatro) preparou um improviso com seus alunos no pátio da escola e nós fizemos três planos da cena. Foi muito bom!

Para os próximos encontros planejamos trazer os participantes da oficina de teatro para a escola e já filmarmos uma cena do roteiro.

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INTERVENÇÃO DF AGORA!!!!
http://www.tvtatica2.blogspot.com/
twitter: @tvtatica


Confira as fotografias!!

TEIA 2010
















MOVIMENTO E DIVERSIDADE = PONTO DE CULTURA

Nossa equipe agora está grande, gente de todos os lugares, com histórias de vida e realidades diferentes. Juntos, reunem-se para dar vida a um projeto que começou com uma idéia e que só se torna possível com esta coletividade e essa diversidade de saberes que se confluem nos encontros, reuniões e bate-papos.







Teatrando na escola!!!


A turma do teatro da nossa videonovela também não está para brincadeiras, na primeira semana da oficina de interpretação para teatro, cinema e televisão o oficineiro Wellington chaqualhou nossos futuros artistas com exercícios de desinibição, entendimento de set de filmagem, noção espacial e exercícios de improvisação.

Confira essa turma e os primeiros registros desta experiência aqui.





sexta-feira, 26 de março de 2010

Primeira semana da oficina de Direção de Arte.

A oficina de DIREÇÃO DE ARTE, começou com 3 alunos, Emanuel, Nani e Diórgenes. O número de participantes é tímido mas no relato da designer Carmen Santiágo, oficineira responsável por esta turma, o trabalho está muito divertido e os resultados promentem ser os melhores: falamos sobre a impotancia de fazer um storyboard, enquadramentos continuidade de cena, alguns exemplos de storyboard pra cinema, documentario, novela e depois eles comecaram um story board de uma historia que eles criaram sobre o valor da musica em Brasília, completa.
Criatividade e disposição é o que já podemos ver nas primeiras fotografias das oficinas do projeto de letramento audiovisual: Videonovela no Cem.

Confira!!!















quinta-feira, 18 de março de 2010

Oficina de Roteiro - A nascente.

A primeira etapa da oficina de roteiro foi vencida. O coletivo conta com quatro participantes desde o primeiro encontro, Luciana, Jéssica, Wilson e Danilson, um participante recente, Tiago e alguns contribuintes que enriqueceram a discussão durante essas três semanas de sensibilização crítica. Trabalhamos diversas concepções que são fundamentais para a construção de nosso roteiro, a saber: ponto de vista, relação entre sujeito e objeto, relato e narração, imaginário, gêneros literários e narrativos, a telenovela enquanto mediadora da realidade e ditadora das modas, representações sociais... tudo isso a partir da reflexão mestre, que é o situamento dos participantes, ou seja, onde e como se encontram, o contexto da produção da videonovela. A segunda etapa da oficina, a construção do roteiro propriamente, foi antecedida por alguns exercícios de aquecimento: a construção dos diálogos de uma história em quadrinhos do Calvin, a descrição física, social e psicológica de um personagem de uma telenovela, a confecção de uma pequena narrativa, que apresentasse seus elementos essenciais, personagem, enredo, ambiente, tempo, narrador (ponto de vista). Elencamos e discutimos possíveis personagens para a videonovela, presentes no cotidiano da escola.


Bem no início da oficina nos deparamos com o bicho-papão do Ponto de Cultura MOS: a dificuldade de mobilização dos alunos do CEM 1 do Paranoá. Contudo, estou eufórica diante da qualidade dos participantes. Figurinhas reflexivas e PARTICIPANTES! Demonstraram desembaraço e criatividade na escrita, elementos fundamentais para o tecer de nosso roteiro!



Por Lorena Carmo








quarta-feira, 17 de março de 2010

PROGRAMA OFICINA E LABOTATÓRIO DE ROTEIRO

Oficineiras: Lorena Carmo e Drica Gomes

Ementa:

O que é fazer o roteiro de uma videonovela? É com essa indagação que propomos a oficina, intervindo de maneira dialógica na realidade da comunidade escolar do CEM 01 do Paranoá. Estimular a criatividade e a imaginação dos participantes da oficina é o ponto motor do tatear sobre esse gênero novo e o foco de nossa proposta é a construção conjunta de reflexões sobre a nossa sociedade que tem como uma de suas referências principais a televisão e a telenovela. A partir de dinâmicas, da exibição de filmes e de tipos de novelas, construiremos o roteiro de cinco capítulos da videonovela, que serão produzidos e editados pelas demais oficinas.


Sensibilização Crítica

23/03


Realidade x Ficção (parte 1)

· Ponto de vista;
· Significação: Como acontece a relação entre sujeito e objeto;
· Relato e narração. A ordenação da narração.

Filmografia:
- Filme: A ficção e o pé de feijão.
- Filme: Lavrador de Paulo Rufino.

25/03

Realidade x Ficção (parte 2)


· O imaginário;
· A narrativa audiovisual: o movimento enquanto índice de “maior realidade”, em contraposição à característica estática da fotografia (imagem parada), que a torna “menos real”.

Filmografia:
- Filme: Manipulação de Massa de Guilherme Reis.

30/03

Troca de idéias: Referências dos participantes sobre novela.


1. Gêneros Literários: épico, lírico e dramático (dramaturgia);
2. Gêneros Narrativos: novela, conto, crônica e romance (Elementos estruturais e estilísticos: Quem? Como? Quando? Onde? Por quê?);
3. Tipos de Novela: novela literária, folhetim, rádio novela, telenovela, videonovela.



01/04
A construção das representações/ estereótipos.


Filmografia:

- Filme: A Negação do Brasil de Joel Zito

· Breve histórico da telenovela no Brasil. As maneiras de fazer telenovela (produção e estética).


06/04


· A telenovela enquanto mediadora da realidade (sociedade de consumo)
· A telenovela enquanto ditadora de modas (questão das massas)

Filmografia:
- Filme: Muito Além do Cidadão Kane – BBC
- Filme: * de arte, mais popular

· Videonovela: Conexão entre roteiro – produção – distribuição
1. O quê as telenovelas mostram e o quê podemos e queremos mostrar?
2. De onde falamos e qual estrutura temos para realizar?
3. Para quem e quais os meios temos para exibir?


O Roteiro

08/04

Introdução ao Roteiro

· Estrutura narrativa: início, meio e fim de uma narração estruturada.
· Tempo do narrado/ tempo da narração;
· Composição/ totalidade. Significado de cada parte para compor a totalidade;
· Temas da videonovela (History Line).

Filmografia:
- Filme: A Chuva, de Joris Ivens



13/04

Construção de personagens


· Principal, coadjuvante e figurantes (trabalhar partes/ totalidade);
· Características;
· Complexidade;
· Foco narrativo;
· Sinopse dos 5 capítulos.



15/04


· Escaleta;
· Curva dramática (passagens de um núcleo para outro);
· Narração (transpõe tempo no espaço)/ descrição (transpõe espaço no tempo)
· Descrição: cenário, tempo, externa, interna;
· Diálogo.

20/04

Construção de personagens e History Line dos capítulos.


22/04

Construção de personagens e construção do primeiro capítulo.


27/04

O som como elemento narrativo.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
OSTROWER. Fayga. Acasos e criações artísticas. 2º Ed. Campus Elsevier. RJ, 1990.
ALMEIDA. Heloísa Buarque de. A ficção como vitrine: a novela na promoção do consumo. Novos Estudos Cebrap, n. 66, 2003.
MIRA. Maria Celeste. O masculino e o feminino nas narrativas da cultura de massas ou o deslocamento do olhar. Cadernos Pagu. Campinas, n. 21, 2003.
JUNIOR, João Francisco Duarte. “A edificação da realidade”. In: O que é a realidade. 3º Edição. Ed. Brasiliense. Coleção “Primeiros passos” 1994.
METZ, Christian. A respeito da impressão de realidade no cinema. A significação no cinema. Perspectiva, São Paulo, 1977.
WALTY, Ivete Iara Camargos. O que é ficção. 3º Edição. Ed. Brasiliense. Coleção “Primeiros passos” 1994.

SÍTIOS ELETRÔNICOS CONSULTADOS:
Gênero narrativo in http://www.portalimpacto.com.br/, acesso em 05 de março de 2010.
Wikipédia, acesso em 05 de março de 2010.

terça-feira, 2 de março de 2010

PROGRAMA OFICINA DE ATORES



Oficineiro: Wellington Abreu








O PROJETO:




OBJETIVO GERAL


Promover a inclusão social por meio da arte, possibilitando aos participantes a fruição estética, a desinibição e o desenvolvimento das qualidades pessoais.





OBJETIVOS ESPECÍFICOS


- Realização de oficina gratuita de teatro;
- Multiplicar o conhecimento sobre interpretação para teatro e telenovela na escola;
- Desenvolvimento do senso crítico;
- Desenvolvimento da imaginação criativa;
- Experimentação de diversas linguagens artísticas;
- Habilidade para compreender o ponto de vista do outro;
- Desenvolvimento da sociabilidade;
- Desenvolvimento da cidadania;
- Desenvolvimento da expressão verbal.



METODOLOGIA


Corpo e psicologia do ator:




- Aquecimento corporal;


- Jogos de integração do grupo;


- Exercícios de improvisação;


- Características psicofísicas;


- Moldagem; - Flutuação;


- Irradiação;


- Vôo; e


- Fisicalização da emoção.




O ator e os meios:




- O ator de teatro;


- Ator na Televisão;


- O ator de cinema;


- O ator de TV.




A peça de teatro:




- Leitura de textos ou roteiro;


- Análise da peça


- Composição e Desempenho;


- Nascimento do enredo;


- Transformação do enredo;


- Conclusão do enredo;


- Os clímaxes.




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Stanislavski, Constantin. A Preparação do Ator. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1964. Stanislavski, Constantin. A Construção da Personagem. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1970.


Spolin, Viola. Jogos Teatrais. Editora Perspectiva. 2006.


Chekhov, Michael. Para o Ator Chekhov, Michael. 2003.


Gayoto, Lucia Helena. Voz, Partitura da Ação. Plexus Editora. 1998.

PROGRAMA OFICINA DE DIREÇÃO, FOTOGRAFIA, CAPTAÇÃO DE AUDIO E CONTINUIDADE

Oficineiro: FF


EMENTA

Cinegrafia e direção serão trabalhadas juntas devido a facilidade de juntar as duas funções e acelerar o processo de filmagem/gravação da novela. Noções de enquadramento, fotografia e direção serão apresentadas e adaptadas com os alunos.
Captação de áudio é a parte técnica mais complicada em uma ficção e será adaptada conforme as necessidades do roteiro. Será dado ao aluno todas as noções de captação e adequação aos equipamentos do ponto de cultura e de acordo com as necessidades de roteiro.
Para a continuidade mostrarei filmes e erros e como evitá-los usando anotações e equipamentos (cel. que fotografa e claquete), além de indicações pertinentes ao continuista.

Apesar da distribuição das aulas, todas serão sempre adaptadas ao roteiro da novela e necessidades que possam surgir durante o curso.
PROGRAMAÇÃO

23/03 – Introdução a cada tópico/explicando cada um para os alunos


· A câmera e noções básicas: quadros parados, movimentos no tripé e câmera na mão. Novelas que fazem referência: Seriados e novelas. Alguma prática em sala e o que os alunos já sabem.

· captação de áudio: Retorno do áudio via fones e colocação do microfone conforme o tipo de filmagem. Ref.: Doc. sobre captação e sonoplastia, curta. Prática em sala.

· Continuidade: Noções e erros em filmes. como evitá-los. claquete

25/03 – filmando, dirigindo, captando e continuando

· Noções de enquadramento e luz. Dirigindo uma cena. prática.
· captando áudio e escondendo o microfone nos enquadramentos.
· Continuidade: recursos e prática


30/03 – filmando, dirigindo, captando e continuando 2

Movimentos de câmera; onde começa e acaba um plano; regulando a luz; dirigindo atores; prática; a interação da equipe de captação com o cinegrafista; Prática continuidade; planos que funcionaram e detalhes que podem ser aproveitados na edição.


01/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 3

Plano seqüência e ensaio; luz no automático e no manual; direção e áudio revendo problemas com a cena.

Problemas com captação de áudio numa seqüência longa e em movimento.
Continuidade: elementos que n podem ser recolocados em cena para prováveis takes excedentes e a comunicação com a equipe a respeito.

06/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 4

Noções de luz, rebatedores e sombras; dirigindo movimento dos personagens para melhor captação; captando com lapela nos personagens; continuidade de roupas; cenários e luz.

08/04–
Revendo materiais filmados/gravados e fazendo uma análise sobre o rendimento da equipe e propostas para melhoria.
Propondo cenas de filmes/novelas/seriados e como captar diálogos com uma câmera, cortando e sem cortar.


13/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 5

· improviso nas filmagens: aproveitando o plano errado. dirigindo durante a cena/ falando com os personagens. cenas sem captação de áudio.
· boom
· continuando a partir do erro/acelerando as filmagens


15/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 5

Cenas complexas: efeito matrix; câmera nervosa e correndo; ponto de vista dos personagens; dirigindo com captação de áudio e dirigindo sem cortar; captando áudio distante; continuidade em dois pontos distantes.

20/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 6.

Picotando e detalhando a cena. fazendo um clip.
Sonoplastia e trilha.
Anotando e informando sonoplastia.

22/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 7

Preparando cenas para a videonovela; idéias que fogem ao roteiro.
Criatividade/aproveitamento/ tempo.

27/04 – filmando, dirigindo, captando e continuando 8

preparando cenas para a videonovela.


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INTERVENÇÃO DF AGORA!!!!

PROGRAMA DIREÇÃO DE ARTE, OFICINA E LABORATÓRIO

Oficineira: Carmen San Thiago


Ementa

A proposta desta oficina é a de aproximar o aluno do universo da direção de arte audiovisual(vídeo-novela). Isto será feito através do processo criativo, usando para isso trabalhos baseados em filmes e “novelas”. Este exercício é de cunho prático, de observação e reflexão. Dando inportância a Composição visual e a análise de direção de arte, cenografia, figurino e maquiagem.
É pela observação que o diretor de arte consegue encontrar imagens inusitadas.


Objetivo

Proporcionar ao aluno o acesso a técnicas necessárias ao desenvolvimento do seu trabalho, tais como: Desenvolver conhecimentos na utilização de materiais diversos, noções de desenho (pespectiva, composição visual, elementos visuais e projeto de direção de arte, cenografia e figurino, cor, iluminação, fotografia e o conhecimento dos diversos espaços cênicos aproveitáveis (cenários, locações, cenários de locação, etc)


Programa

Filmes de referência:
- Entre os muros da escola - Entre les murs – Laurent - Cantet -2008
- Metropólis –Fritz Lang -1927
- O encouraçado de Potemkim-Sergei Eisenstein-1925

Entre os muros da escola – Entre les murs – Laurent

Conceitos
- Direção de arte e seus conceitos de apoio (proporção, composição visual, perspectiva e observação)

- Cenografia e seus elementos de apoio;

- Figurino e seus elementos de apoio;

- Cenografia e figurino como elementos vivos. O uso dos signos, metáforas e metonímia.

- Pesquisa iconográfica, palheta de cores sobre a personagem, figurino e maquiagem. (Painel de referência)

A relação com o roteiro. O projeto

Elaboração do perfil vídeonovela - relação entre direção, direção de arte e fotografia – a cor do filme –storyboard;
Levantamentos dos elementos de cenografia e figurino , listagem (decupagem) e mapas; criação, projetos, cenários e figurinos;


A realização

A filmagem: realização e metódos;
A relação no “set”, entre direção, direção de arte e direção de fotografia;
A direção de arte e a montagem.

PROGRAMA OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO

Oficineiro: Angel
Plataforma: Cinelerra/Kino - Linux


Ementa:

A partir das experiências pessoais de cada participante e da vivência conjunta ao longo da oficina, trocaremos nossos saberes e práticas sobre informática, informação, contação de estórias, computadores, televisão, sistemas operacionais, jornalismo, cinema, saber colaborativo, programas de computadores, educação, mercado de trabalho, literatura, trabalho em equipe, receitas culinárias, política e manipulação das informações pela grande mídia, perspectivas de vida, ativismo social e midiático. A meta é que ao final do semestre, o grupo esteja apto, técnica e artisticamente a editar o material produzido pelas demais oficinas, além de colaborar ativamente, com o viés da edição e finalização da novela também no planejamento do roteiro, na produção e gravação.


Provocações a serem levadas durante o primeiro mês:

Ao longo dos primeiros quatro encontros, descobriremos o que cada um sabe sobre o computador como ferramenta criativa de trabalho na produção audiovisual e sobre a produção audiovisual sem o computador. Experimentaremos instalar e reinstalar diferentes sistemas livres, destrinchando-os, e falaremos sobre os programas livres e proprietários. Dentre os curtas a serem analisado estão:


- Ilha das Flores, de Jorge Furtado;

- Rap do Trem, de Angel (meu) e de Ricardo Sabatini;

- A Televisão Não Será Revolucionada, do coletivo pernambucano Media Sana.

Nos quatro encontros seguintes, proporemos a discussão sobre os processos de montagem no cinema e na televisão, exercitando nos programas de edição todos as etapas do processo técnico da finalização profissional de vídeo para TV, internet e DVD. Serão disponibilizados os materiais já gravados na escola pelos alunos desde a fundação do ponto, e/ou novas produções rápidas que o grupo sentir necessidade para realização dos exercícios.

Para debate, crítica e descontrução dos truques usados pela indústria cultural, serão analisados os métodos de montagem e, como exercício, remontados trechos de filmes como Cidade de Deus de Fernando Meireles, Quanto vale ou é por quilo, de Sérgio Bianchi, e algumas publicidades, video-clips e trechos de novelas que os participantes tragam para estudo.


Fase laboratório - os meses seguintes...


Nos meses seguintes, avaliaremos abertamente os resultados e seguiremos aprofundando nos estudos e exercícios em conjunto sobre os objetos de interesse da turma, propondo, como tema gerador, como a brincadeira da montagem videográfica pode ajudar/modificar/solucionar/
destruir a criação do roteiro, a interpretação dos atores, a direção de arte e de câmera de uma produção colaborativa.


Cineclube MOSTRATAGUATINGA 2010



Drica Gomes
Produção Mostra Taguatinga
61 - 84526353